Este ano nas minhas férias tive a oportunidade de ir a vários restaurantes. Quando falo em restaurantes nem estou a falar na categoria tasca ou tasquina. Em Cabeceiras de Basto fui bem atendido e servido em Cozinha Real De Basto. No Capa Negra II (Porto) comi umas francesinhas e no centro de Guimarães é sempre bom voltar a ir ao Restaurante ETC.
Depois de uns dias no norte de Portugal fui uns dias para Peniche. O primeiro restaurante que fui foi ao O Pedro, entrámos e na parte da esplanada coberta, onde já estava uns turistas, existia bastantes lugares o empregado achou por bem levar os 'tugas' para o lugar mais escondido do restaurante ao pé das casas de banho. Penso que se fossemos de outra nacionalidade ficaríamos logo na esplanada. A comida foi mais ou menos agradável.
O segundo restaurante, e tenho dúvidas que o possa chamar por esse nome foi o Katekero II, basicamente ao lado do outro anterior. Fomos prontamente colocados no nosso lugar, fizemos os pedidos e as bebidas foram servidas e esperámos pela comida. Começamos nas entradas, com a manteiga, azeitonas e o pão... quer dizer, o pão era duro e aquecido e chegámos a ver um com bolor. Passado 45 minutos ainda estávamos à espera. Já tínhamos visto 2 grupos que chegaram antes de nós a serem servidos e foi então que se chamou a empregada para perguntar o que se tinha passado com os nossos pedidos. Entretanto vimos um casal ao longe a criticar vivamente o pedido que foi servido às suas crianças mas não percebemos a razão. Voltando aos nossos pedidos, depois de ter falado com a empregada os nossos pedidos começaram a ser servidos pouco tempo depois. Primeiro as crianças, com o bife Mickey, uma delas começou a comer o bife e disse que sabia mal e que as batatas estavam cruas. Ao cheirar os bifes notou-se um cheiro típico de bifes já feitos (não sei à quanto tempo) e reaquecidos. Claro que depois de todas estas peripécias levantamo-nos e fomos embora. Pedimos a conta mas não nos cobraram nada, talvez com medo que pedíssemos o livro de reclamações embora merecem queríamos era ir embora dali o mais rápido possível. Mais abaixo fomos a um restaurante italiano o Il Boccone, que embora já tarde fomos bem atendidos, rápido e a comida era muito agradável.
À terceira noite tínhamos já dúvida em ir a um restaurante no centro de Peniche. Mas como queríamos ver o jogo de futebol decidimos arriscar. Fomos a um que nos foi recomendado o Sardinha. Passamos por perto e não estávamos a ver qualquer televisão mas o empregado disse que tinha uma sala para isso. Era do outro lado da rua e mais uma vez ao pé da casas de banho. Mas logo todos os nossos receios ficaram para trás pois fizemos os pedidos e foram entregues em tempo normal, as entradas (especialmente o pão) eram optimas. Os choquinhos fritos vinham com gambas e ameijoas. O bacalhau assado dava e sobrava para uma pessoa e os bitoques para as crianças eram bastante bons. Bebemos o vinho branco da casa e era bastante bom. As sobremesas foi a melhor surpresa que vieram muito bem decoradas e para as crianças até vieram com enfeites de quase um bolo de anos. No fim, anda foi a cereja, ou melhor a ginja, no topo do bolo, o senhor ofereceu-nos uns copos de ginjinha. Este restaurante fez-nos esquecer o outro que nem merece ser mencionado aqui novamente.